quarta-feira, 26 de janeiro de 2011

5 Dicas para procurar emprego

Esteja trabalhando atualmente ou não em busca por um novo emprego é algo que deve ser feito continuamente,

pois o mercado está cada vez mais dinâmico e instável e,

portanto, quem ficar parado esperando para ver o que vai acontecer ficará obsoleto e desatualizado.

Porém, procurar um emprego nos dias de hoje é algo diferente,

 pois requer algumas técnicas e posturas diferentes de décadas atrás.

Para facilitar neste processo escrevo abaixo 5 dicas para procurar emprego.

1. MUDANÇA DE MENTALIDADE - o primeiro passo é entender que "seu novo emprego" é procurar emprego.

Portanto, é necessária uma postura focada nesta atividade.

Usar as horas do dia para esta finalidade, como se estivesse trabalhando normalmente.

2. FOCO - definir o que você quer profissionalmente.

Analisando sua experiência e formação acadêmica orientar sua busca de

vagas para oportunidades compatíveis com elas. Evitar dispersar ou, na linguagem popular,

"atirar para todos os lados". Comece com ações direcionadas para o que você realmente deseja.

3. NETWORKING - seus contatos, amigos e conhecidos são importantes neste momento,

pois podem ajudar a encontrar o emprego desejado. Ative sua networking sem vergonha de dizer o que busca.

4. CURRICULO - é básico, mas tem gente que esquece de atualizar o currículo. Outro cuidado fundamental é torná-lo objetivo e focado.

 Lembre-se que quem irá ler e analisar já recebe tantos outros e, portanto,

quer ver informações úteis sobre você e que possam acrescentar a empresa algo positivo.

5. AUTOESTIMA - manter o bom humor, cuidar da aparência e agir de forma positiva é elementar para este momento.

Nem sempre é fácil, mas é um exercício pessoal que deve fazer parte deste processo e também para depois de empregado.

Muitas oportunidades profissionais acontecem por afinidade com o empregador ou a impressão positiva

que um candidato deixa na hora de uma entrevista ou na entrega de um currículo. Cuide-se.


segunda-feira, 12 de julho de 2010

Saiba como elaborar um bom currículo

Um bom currículo precisa ter conteúdo e qualidade, pois é o primeiro contato que o selecionador terá com o candidato.
Ele deve ser objetivo, sem rasuras e informações desnecessárias para a vaga.

Confira 3 erros clássicos que não são aceitos no mercado de trabalho:

- Erros gramaticais: currículos com erros de ortografia geralmente são descartados pelos recrutadores. Revisar o currículo antes de enviá-lo é fundamental.
- Objetivo profissional não definido: a falta de objetivo profissional ou cargo de atuação fará com que o selecionador não entenda exatamente qual a área ou cargo que o candidato deseja.
- Dados pessoais desatualizados: mesmo que queira, o recrutador não vai conseguir contato e isso poderá descartar uma oportunidade de emprego.

segunda-feira, 28 de junho de 2010

Escrevemos com a letra G: 

I ¿ Substantivos terminados em ¿agem, igem, -ugem. 

Exemplos: 

Garagem, aragem, viagem, vertigem, origem, ferrugem. 

II ¿ Os substantivos terminados em ¿ágio, -égio, -ígio, -ógio, -úgio. 

Exemplos: 

Contágio, egrégio, prodígio, relógio, refúgio. 

III ¿ Nomes derivados de outros grafados com G. 

Exemplos: 

Massagista (derivado de massagem), passageiro (derivado de passagem), mensageiro (derivado de mensagem). 

IV ¿ Outros substantivos grafados com G. 

Exemplos: 

Algema, apogeu, auge, estrangeiro, gengiva, gengivite, gesto, gestação, giz, gíria,
megera, monge. 

Na frase Uma espécie de riso sardônico e feroz contraía-lhe as negras mandíbulas,
o pronome LHE, que é um pronome pessoa oblíquo átono, está funcionando como
pronome possessivo, ou seja, é equivalente a suas. 
Reescrevendo a frase da alternativa A: A mãe apalpava seu coração. 
Mais algumas dicas de português. 

. Um substantivo e mais de um adjetivo 

Admitem-se duas concordâncias: 

a) Quando o substantivo estiver no plural, não se usa o artigo antes dos adjetivos. 

Exemplo: Estudava os idiomas francês e inglês. 

b) Se o substantivo estiver no singular, o uso do artigo será obrigatório a partir
do segundo adjetivo. 

Exemplo: Estudo a língua inglesa, a francesa e a italiana. 

Concordância Verbal 

. verbo com sujeito simples 

O verbo concorda em número e pessoa, não interessando a posição. 

Ex.: Ele chegou tarde. 
Nós voltaremos logo. 
Chegaram os alunos. 

ESTRUTURA E PROCESSO DE FORMAÇÃO DAS PALAVRAS
ESTRUTURA DAS PALAVRAS

A palavra é subdivida em partes menores, chamadas de elementos mórficos. 
gatinho gat + inho 
Infelizmente in + feliz + mente 
ELEMENTOS MÓRFICOS 
Os elementos mórficos são: 
Radical; 
Vogal temática; 
Tema; 
Desinência; 
Afixo; 
Vogais e consoantes de ligação. 
RADICAL 
O significado básico da palavra está contido nesse elemento; a ele são acrescentados outros elementos. 
Exemplo: pedra, pedreiro, pedrinha. 
 

 
 

sábado, 20 de março de 2010

à distância ou a distância?
Segundo alguns gramáticos, deve haver crase em "à distância" apenas quando existe um complemento, como em "O muro está à distância de 200 metros da casa". Já quando se trata de expressões como "curso a distância", ou seja, sem qualquer complemento, como sinônimo de "não-presencial", de "ao longe", a crase não deve existir, dizem esses estudiosos.
Outros autores, porém, consideram "à distância" – sem complemento – uma locução da mesma categoria de "à vista", "à mão" e "à força", entre outras, o que justifica a presença da crase.
Diante da controvérsia entre os próprios gramáticos e demais estudiosos no campo das letras, concluimos ser a crase opcional – a Associação Brasileira de Ensino a Distância, por exemplo, não usa a crase, bem como muitos jornais; muitos escritores consagrados, por sua vez, já a usaram. Nossa preferência é pela presença da crase, inclusive para evitar eventuais ambiguidades, como na frase "Manteve-se a distância" – alguém se manteve a/à distância, ou a distância é que foi mantida?
 

sábado, 13 de março de 2010

Raios ultravioleta e raios infravermelhos

"Imagens mostram a mesma pintura do italiano Giotto feita na capela Peruzzi, em Florença, vista sem e com raios ultravioletas..."

O comportamento dos nomes das cores quanto à flexão merece algumas observações. Distinguem-se, no português atual, basicamente dois grupos: o de nomes de cores propriamente ditos (azul, verde, vermelho, amarelo, preto, branco etc.) e o de outros nomes, que, por extensão, designam cores (rosa, laranja, cinza, violeta etc.).

À primeira vista, pode o leitor não ter percebido a diferença entre uns e outros. O fato é o seguinte: os do primeiro grupo funcionam como adjetivos e, nessa condição, flexionam-se em gênero e número para concordar com os substantivos a que se referem (olhos azuis, camisas verdes, carro vermelho, casa amarela etc.), já os do segundo, originalmente substantivos, mesmo em função adjetiva, não sofrem flexão (camisas rosa, calças laranja, ternos cinza, vestidos violeta).

Aqueles termos que nomeiam outros seres, que não as cores propriamente ditas, ficam invariáveis (vários deles costumam ser antecedidos da expressão "cor de"), os que nomeiam as próprias cores variam em gênero e número. Assim: "dois ternos cinzentos" ou "dois ternos cinza" ("cinzento" é o nome da cor; "cinza" nomeia a cor, mas como extensão de seu sentido original, isto é, um "terno cinza", por exemplo, é um terno da cor da cinza). 

É esse o raciocínio que nos leva à distinção entre "raios ultravioleta" (sem plural, pois "violeta" é o nome original de uma flor, que, por extensão nomeia a cor) e "raios infravermelhos" (com a desinência "-s", de plural, em concordância com o substantivo "raios", pois "vermelho" é um nome de cor). 

Veja, abaixo, a correção: 

Imagens mostram a mesma pintura do italiano Giotto feita na capela Peruzzi, em Florença, vista sem e com raios ultravioleta...

terça-feira, 29 de dezembro de 2009

Ortografia: quando usar "ç"

Ortografia, cujo significado é escrever direito, é um dos assuntos
mais temidos pelos jovens estudantes em virtude do número de regras existentes.
É-lhes difícil memorizar a todas, pois não leem muito nem escrevem sistematicamente,
dois dos principais segredos para aprender a escrever as palavras adequadamente. 

Quem tem o hábito de realizar boas leituras e de escrever ao menos um texto por semana,
aprende com mais facilidade a arte de escrever corretamente, se aliar a isso consultas
constantes a dicionários de boa qualidade.

A intenção, no texto de hoje e em outros das próximas semanas, é apresentar algumas
dicas que ajudam a memorizar regras de ortografia. Isso será realizado por meio de frases
com palavras em que conste a mesma letra. Vamos à primeira:
  • "Uma das intenções da casa de detenção é levar os que cometeram graves infrações a
  • alcançar a introspecção, por intermédio da reeducação."

    Nessa frase, há seis palavras escritas com Ç: intenções, detenção,
  • infrações, alcançar, introspecção
  • e reeducação. As regras quanto ao uso do Ç são as seguintes:

    1- Usa-se Ç em palavras derivadas de vocábulos terminados em -TO, -TORe -TIVO.
     Por exemplo:
    Canto - canção
    Ereto - ereção
    Conjunto - conjunção
    Infrator - infração 
    Setor - seção
    Condutor - condução
    Relativo - relação
    Intuitivo - intuição
    Ativo - ação
    Três palavras da frase apresentada obedecem a essa regra:
    Intento - intenção
    Infrator - infração
    Introspectivo - introspecção

    2- Usa-se Ç em substantivos terminados em -TENÇÃO derivados de verbos terminados em -TER:
    Conter - contenção
    Manter - manutenção
    Reter - retenção
    Deter - detenção

    3- Usa-se Ç em verbos terminados em -ÇAR cujo substantivo equivalente seja terminado em -CE 
    ou em -ÇO:
    Lance - lançar
    Desenlace - desenlaçar
    Abraço - abraçar
    Endereço - endereçar
    Almoço - almoçar
    Uma palavra da frase apresentada obedece a essa regra: 
    Alcance - alcançar

    4- Usa-se Ç em substantivos terminados em -ÇÃO derivados de verbos de que se retirou a letra R:
    Exportar - exportação
    Abdicar - abdicação
    Abreviar - abreviação
    Uma palavra da frase apresentada obedece a essa regra:
    Educar - educação.

    O estudo da ortografia exige atenção de quem escreve. É necessário realizar as analogias entre palavras.
    Ao escrever um vocábulo, ter a ciência de que ele proveio de outro, o que nos obriga a escrevê-lo de
    determinada maneira, e não de outra. É preciso paciência. Só aprende a escrever adequadamente quem
    treina sistematicamente.