quarta-feira, 26 de janeiro de 2011

A estética de uma redação:

Ao formar um plano de trabalho para escrever sua redação, você deve visualizar também a sua estética:

- Nunca comece uma redação com períodos longos. Basta fazer uma frase-núcleo que será a sua idéia geral a ser desenvolvida nos parágrafos que se seguirão;

- Nunca coloque uma expressão que desconheça, pois o erro de ortografia e acentuação é o que mais tira pontos em uma redação;

- Nunca coloque hífen onde não é necessário como em penta-campeão ou separação de sílabas erroneamente como ca-rro (isto só acontece em espanhol e estamos escrevendo na língua portuguesa);

- Nunca use gírias na redação, pois a dissertação é a explicação racional do que vai ser desenvolvido e uma gíria pode cortar totalmente a seqüência do que vai ser desenvolvido além de ofender a norma culta da Língua Portuguesa;

- Nunca esqueça dos pingos nos "is" pois bolinha não vale;

- Nunca coloque vírgulas onde não são necessárias (o que tem de erro de pontuação!);

- Nunca entregue uma redação sem verificar a separação silábica das palavras;

- Nunca comece a escrever sem estruturar o que vai passar para o papel;

- Tenha calma na hora de dissertar e sempre volte à frase-núcleo para orientar seus argumentos;

-Verifique sempre a estética: Parágrafo, acentuação, vocabulário, separação silábica e principalmente a pontuação que é a maior dificuldade de quem escreve e a maioria acha que é tão fácil pontuar!

- Respeite as margens do papel e procure sempre fazer uma letra constante sem diminuir a letra no final da redação para ganhar mais espaço ou aumentar para preencher espaço,

- A letra tem que ser visível e compreensível para quem lê;

- Prepare sempre um esquema lógico em cima da estrutura intrínseca e extrínseca;

- Não inicie nem termine uma redação com expressões do tipo: "... Eu acho... Parece ser... Acredito mesmo... Quem sabe..." mostra dúvidas em seus argumentos anteriores;

- Cuidado com "superlativos criativos" do tipo: "... mesmamente... apenasmente.". E de "neologismos incultos" do tipo: "...imexível... inconstitucionalizável...".

- Todos os parágrafos possuem o espaçamento devido  2cm ou 3cm e se todos estão na mesma altura.

- A paragrafação é fundamental, pois estabelece a estrutura visual que aponta para a divisão obrigatória do texto dissertativo: introdução, desenvolvimento e conclusão.

 

- O mínimo de parágrafos proposto a uma dissertação é de três, um para cada parte do texto. Contudo, é bom seguir o mínimo de 15 linhas e máximo de 30, adotados pela maioria dos vestibulares. 

- Não rasure! Contudo, caso aconteça, faça um risco em cima da palavra e coloque-a entre parênteses. 

 

- A letra ela é o cartão de visita! Verifique se há alguma letra que não está legível! Não tenha você por base, coloque-se no papel de um leitor que nunca viu um texto seu e analise os termos que realmente podem causar equívocos! Se achar melhor, escreva em letra de fôrma, pois também é aceita em concursos. 

-Lembre-se que a sua redação  pode ser  anulada por não estar legível!

 

Forma de diagramação:

Os documentos do Padrão Oficial devem obedecer à seguinte forma de apresentação:

a) deve ser utilizada fonte do tipo Times New Roman de corpo 12 no texto em geral, 11 nas citações, e 10 nas notas de rodapé;

b) para símbolos não existentes na fonte Times New Roman poder-se-á utilizar as fontes Symbol e Wingdings;

c) é obrigatório constar a partir da segunda página o número da página;

d) os ofícios, memorandos e anexos destes poderão ser impressos em ambas as faces do papel. Neste caso, as margens esquerda

e direita terão as distâncias invertidas nas páginas pares ("margem espelho");

e) o início de cada parágrafo do texto deve ter 2,5 cm de distância da margem esquerda;

f) o campo destinado à margem lateral esquerda terá, no mínimo, 3,0 cm de largura;

g) o campo destinado à margem lateral direita terá 1,5 cm;

h) deve ser utilizado espaçamento simples entre as linhas e de 6 pontos após cada parágrafo, ou, se o editor de texto utilizado

não comportar tal recurso, de uma linha em branco;

i) não deve haver abuso no uso de negrito, itálico, sublinhado, letras maiúsculas, sombreado, sombra, relevo, bordas ou qualquer

outra forma de formatação que afete a elegância e a sobriedade do documento;

j) a impressão dos textos deve ser feita na cor preta em papel branco. A impressão colorida deve ser usada apenas para gráficos e ilustrações;

l) todos os tipos de documentos do Padrão Ofício devem ser impressos em papel de tamanho A-4, ou seja, 29,7 x 21,0 cm;

m) deve ser utilizado, preferencialmente, o formato de arquivo Rich Text nos documentos de texto;

n) dentro do possível, todos os documentos elaborados devem ter o arquivo de texto preservado para consulta posterior ou aproveitamento de trechos para casos análogos;

o) para facilitar a localização, os nomes dos arquivos devem ser formados da seguinte maneira:

tipo do documento + número do documento + palavras-chaves do conteúdo

Exemplos: "Of. 123 - relatório produtividade ano 2010"

5 Dicas para procurar emprego

Esteja trabalhando atualmente ou não em busca por um novo emprego é algo que deve ser feito continuamente,

pois o mercado está cada vez mais dinâmico e instável e,

portanto, quem ficar parado esperando para ver o que vai acontecer ficará obsoleto e desatualizado.

Porém, procurar um emprego nos dias de hoje é algo diferente,

 pois requer algumas técnicas e posturas diferentes de décadas atrás.

Para facilitar neste processo escrevo abaixo 5 dicas para procurar emprego.

1. MUDANÇA DE MENTALIDADE - o primeiro passo é entender que "seu novo emprego" é procurar emprego.

Portanto, é necessária uma postura focada nesta atividade.

Usar as horas do dia para esta finalidade, como se estivesse trabalhando normalmente.

2. FOCO - definir o que você quer profissionalmente.

Analisando sua experiência e formação acadêmica orientar sua busca de

vagas para oportunidades compatíveis com elas. Evitar dispersar ou, na linguagem popular,

"atirar para todos os lados". Comece com ações direcionadas para o que você realmente deseja.

3. NETWORKING - seus contatos, amigos e conhecidos são importantes neste momento,

pois podem ajudar a encontrar o emprego desejado. Ative sua networking sem vergonha de dizer o que busca.

4. CURRICULO - é básico, mas tem gente que esquece de atualizar o currículo. Outro cuidado fundamental é torná-lo objetivo e focado.

 Lembre-se que quem irá ler e analisar já recebe tantos outros e, portanto,

quer ver informações úteis sobre você e que possam acrescentar a empresa algo positivo.

5. AUTOESTIMA - manter o bom humor, cuidar da aparência e agir de forma positiva é elementar para este momento.

Nem sempre é fácil, mas é um exercício pessoal que deve fazer parte deste processo e também para depois de empregado.

Muitas oportunidades profissionais acontecem por afinidade com o empregador ou a impressão positiva

que um candidato deixa na hora de uma entrevista ou na entrega de um currículo. Cuide-se.


segunda-feira, 12 de julho de 2010

Saiba como elaborar um bom currículo

Um bom currículo precisa ter conteúdo e qualidade, pois é o primeiro contato que o selecionador terá com o candidato.
Ele deve ser objetivo, sem rasuras e informações desnecessárias para a vaga.

Confira 3 erros clássicos que não são aceitos no mercado de trabalho:

- Erros gramaticais: currículos com erros de ortografia geralmente são descartados pelos recrutadores. Revisar o currículo antes de enviá-lo é fundamental.
- Objetivo profissional não definido: a falta de objetivo profissional ou cargo de atuação fará com que o selecionador não entenda exatamente qual a área ou cargo que o candidato deseja.
- Dados pessoais desatualizados: mesmo que queira, o recrutador não vai conseguir contato e isso poderá descartar uma oportunidade de emprego.

segunda-feira, 28 de junho de 2010

Escrevemos com a letra G: 

I ¿ Substantivos terminados em ¿agem, igem, -ugem. 

Exemplos: 

Garagem, aragem, viagem, vertigem, origem, ferrugem. 

II ¿ Os substantivos terminados em ¿ágio, -égio, -ígio, -ógio, -úgio. 

Exemplos: 

Contágio, egrégio, prodígio, relógio, refúgio. 

III ¿ Nomes derivados de outros grafados com G. 

Exemplos: 

Massagista (derivado de massagem), passageiro (derivado de passagem), mensageiro (derivado de mensagem). 

IV ¿ Outros substantivos grafados com G. 

Exemplos: 

Algema, apogeu, auge, estrangeiro, gengiva, gengivite, gesto, gestação, giz, gíria,
megera, monge. 

Na frase Uma espécie de riso sardônico e feroz contraía-lhe as negras mandíbulas,
o pronome LHE, que é um pronome pessoa oblíquo átono, está funcionando como
pronome possessivo, ou seja, é equivalente a suas. 
Reescrevendo a frase da alternativa A: A mãe apalpava seu coração. 
Mais algumas dicas de português. 

. Um substantivo e mais de um adjetivo 

Admitem-se duas concordâncias: 

a) Quando o substantivo estiver no plural, não se usa o artigo antes dos adjetivos. 

Exemplo: Estudava os idiomas francês e inglês. 

b) Se o substantivo estiver no singular, o uso do artigo será obrigatório a partir
do segundo adjetivo. 

Exemplo: Estudo a língua inglesa, a francesa e a italiana. 

Concordância Verbal 

. verbo com sujeito simples 

O verbo concorda em número e pessoa, não interessando a posição. 

Ex.: Ele chegou tarde. 
Nós voltaremos logo. 
Chegaram os alunos. 

ESTRUTURA E PROCESSO DE FORMAÇÃO DAS PALAVRAS
ESTRUTURA DAS PALAVRAS

A palavra é subdivida em partes menores, chamadas de elementos mórficos. 
gatinho gat + inho 
Infelizmente in + feliz + mente 
ELEMENTOS MÓRFICOS 
Os elementos mórficos são: 
Radical; 
Vogal temática; 
Tema; 
Desinência; 
Afixo; 
Vogais e consoantes de ligação. 
RADICAL 
O significado básico da palavra está contido nesse elemento; a ele são acrescentados outros elementos. 
Exemplo: pedra, pedreiro, pedrinha. 
 

 
 

sábado, 20 de março de 2010

à distância ou a distância?
Segundo alguns gramáticos, deve haver crase em "à distância" apenas quando existe um complemento, como em "O muro está à distância de 200 metros da casa". Já quando se trata de expressões como "curso a distância", ou seja, sem qualquer complemento, como sinônimo de "não-presencial", de "ao longe", a crase não deve existir, dizem esses estudiosos.
Outros autores, porém, consideram "à distância" – sem complemento – uma locução da mesma categoria de "à vista", "à mão" e "à força", entre outras, o que justifica a presença da crase.
Diante da controvérsia entre os próprios gramáticos e demais estudiosos no campo das letras, concluimos ser a crase opcional – a Associação Brasileira de Ensino a Distância, por exemplo, não usa a crase, bem como muitos jornais; muitos escritores consagrados, por sua vez, já a usaram. Nossa preferência é pela presença da crase, inclusive para evitar eventuais ambiguidades, como na frase "Manteve-se a distância" – alguém se manteve a/à distância, ou a distância é que foi mantida?
 

sábado, 13 de março de 2010

Raios ultravioleta e raios infravermelhos

"Imagens mostram a mesma pintura do italiano Giotto feita na capela Peruzzi, em Florença, vista sem e com raios ultravioletas..."

O comportamento dos nomes das cores quanto à flexão merece algumas observações. Distinguem-se, no português atual, basicamente dois grupos: o de nomes de cores propriamente ditos (azul, verde, vermelho, amarelo, preto, branco etc.) e o de outros nomes, que, por extensão, designam cores (rosa, laranja, cinza, violeta etc.).

À primeira vista, pode o leitor não ter percebido a diferença entre uns e outros. O fato é o seguinte: os do primeiro grupo funcionam como adjetivos e, nessa condição, flexionam-se em gênero e número para concordar com os substantivos a que se referem (olhos azuis, camisas verdes, carro vermelho, casa amarela etc.), já os do segundo, originalmente substantivos, mesmo em função adjetiva, não sofrem flexão (camisas rosa, calças laranja, ternos cinza, vestidos violeta).

Aqueles termos que nomeiam outros seres, que não as cores propriamente ditas, ficam invariáveis (vários deles costumam ser antecedidos da expressão "cor de"), os que nomeiam as próprias cores variam em gênero e número. Assim: "dois ternos cinzentos" ou "dois ternos cinza" ("cinzento" é o nome da cor; "cinza" nomeia a cor, mas como extensão de seu sentido original, isto é, um "terno cinza", por exemplo, é um terno da cor da cinza). 

É esse o raciocínio que nos leva à distinção entre "raios ultravioleta" (sem plural, pois "violeta" é o nome original de uma flor, que, por extensão nomeia a cor) e "raios infravermelhos" (com a desinência "-s", de plural, em concordância com o substantivo "raios", pois "vermelho" é um nome de cor). 

Veja, abaixo, a correção: 

Imagens mostram a mesma pintura do italiano Giotto feita na capela Peruzzi, em Florença, vista sem e com raios ultravioleta...