quinta-feira, 15 de novembro de 2012


Depois de uma conversa com alguns amigos, na hora da despedida, ao invés do conhecido, “até logo”, foi dito por um deles, “Namastê”. A única reação na hora foi rir, e como resposta, dizer, “né brinquedo não”.
Foi então que parei para pensar, o quanto somos influenciados pela mídia. Não somente, no quesito moda e comportamento, mas também na linguagem, além de ditar os assuntos diários das rodas de amigos, a televisão dita de que forma esta conversa é exposta, através de bordões e palavras estrangeiras que ouvimos em programas de entretenimento e principalmente nas telenovelas. Sem dúvidas, o personagem que possui um bordão, é inserido no elenco em busca de audiência, visto que carrega humor, o que atrai a maioria do público que assiste as telenovelas.
Em geral os bordões são criados a partir de conversas informais, da periferia, de cidades do interior, de lugares que possuem uma linguagem própria desconhecida pela maioria da população e até mesmo de expressões já conhecidas, que são adaptadas com uma sonoridade e gestos, para chamar atenção, como exemplo o “né brinquedo não”, bordão da personagem Dona Jura, interpretada pela atriz Solange Couto da novela O Clone, da Rede Globo, que é uma adaptação de “Não é brincadeira”.
Essas novas expressões atraem o público não só pelo humor, mas também pela identificação com os personagens, e são usadas para se expressar em várias situações. O que acaba tornando a televisão uma grande indústria cultural, que cria e recria moda, comportamento e linguagem.
Hoje, devido ao sucesso, da novela “Caminho das Índias” da Rede Globo, escrita por Gloria Perez, é impossível não ouvir um “Namastê” (bom dia, boa tarde ou boa noite), ou um “tik tik”(sim,sim),é a cultura indiana invadindo a conversa dos brasileiros, graças a influência midiática. E assim aconteceu também com a novela O Clone, que também foi escrita por Gloria Perez, onde a cultura mulçumana, tomou conta do cotidiano brasileiro, expressões como “Inshalá”, ao invés de “Se Deus quiser” eram ditas enquanto a novela esteve no ar e algum tempo depois do final.
Esse empréstimo de outra língua para que possamos fazer uso no dia-a-dia, nada mais é uma ligação entre identidades culturais, povos e políticas diferentes. Conhecemos através da televisão os costumes de povos que talvez nunca fossemos conhecer, a não ser por reportagens especiais em algum programa jornalístico, que teria caráter informativo. Nunca por causa de uma reportagem, conheceríamos e fixaríamos o idioma de outro povo, como acontece com o uso do estrangeirismo nas telenovelas.
O estrangeirismo tem o lado positivo, se for usado como forma de conhecimento de outras culturas, o que acontece quando é inserido no contexto de uma novela, e não como uma forma de absorver uma cultura para o cotidiano, querendo viver de acordo com o padrão de vida daquele povo. Como exemplo dessa absorção, vemos a cultura norte-americana, o estrangeirismo norte-americano tomou conta do cotidiano dos brasileiros, de modo que hoje, quase tudo é pensando com base no modelo norte-americano.
Atchá (Tudo bem), juntando os vários sotaques brasileiros, mais os bordões e estrangeirismos mostrados nas novelas, criamos a linguagem nossa de cada dia para diferenciar e até mesmo divertir os nossos diálogos.
A televisão é uma grande fábrica de influências, a novela, como um produto dessa fábrica, não serve somente como entretenimento, com personagens engraçados e cheios de bordões, mas também para enriquecer a nossa cultura. Talvez não vamos conseguir tirar dos bordões nada mais do que humor, to certa ou to errada? Mas devemos enxergar pelo menos, o estrangeirismo como uma forma de enriquecimento da nossa linguagem, já que através dele conhecemos um pouco da cultura de outra sociedade.

Mulheres no mercado de trabalho
As mulheres, genericamente falando, possuem algumas características que se tornaram essenciais no mercado de trabalho, nas duas últimas décadas.  Uma delas é a capacidade de tomar decisões com base na intuição.  O homem tende a ser mais racional, mais analítico, e quer ter dados concretos.  Outra característica feminina é a atenção aos detalhes.  Homens enxergam a floresta, mulheres enxergam os ninhos de passarinhos nos galhos das árvores.  Um exemplo disso é que as mulheres não se produzem para os homens.  Elas se produzem para as outras mulheres.  Um homem que passa oito horas trabalhando perto de uma mulher vai conseguir, no fim do dia, listar o básico: a cor do vestido e um ou outro detalhe.  Já quando duas mulheres apenas se cruzam, cada uma consegue fazer uma descrição da outra, que vai das unhas do pé ao estilo do penteado. 
                Finalmente, num mundo corporativo em que é preciso decidir rapidamente, as mulheres levam vantagem, porque homens tendem a ser mais gregários e a dividir mais as responsabilidades.  Quem inventou a reunião de trabalho, com certeza, foi um homem.  Basta colocar meia dúzia de mulheres numa sala de reuniões para perceber isso.  Em meia hora, a reunião já acabou.  A única barreira que uma mulher altamente competitiva ainda não aprendeu a superar é o confronto com outra mulher altamente competitiva.        Max Gehringer.  Rev. Época: maio de 2006, p. 53.

SER INTELIGENTE SAIU DE MODA
par “Nada mais brega do que bancar o inteligente”, afirmam, sem nenhuma vergonha, muitos estudantes ingleses a seus boquiabertos professores. Diante do fato, alguns dos mais brilhantes catedráticos decidiram se reunir na tentativa de explicar o fenômeno. Resultado? Se ainda não foi banido pelos professores, o adjetivo clever (inteligente) está muito perto disso. Decidiu-se inclusive que, daqui por diante, será preciso tomar cuidado antes de chamar de inteligentes os melhores alunos. Porque, segundo uma pesquisa, são exatamente os melhores da turma os que mais correm risco de cair na prática do bullying (assédio físico ou psicológico aos colegas) para tentar se livrar da pecha de chatos. Os professores estão convencidos de que os estudantes, após serem definidos como “inteligentes”, se sentem de algum modo marcados. E por isso reagem adversamente. Provas disso? Em numerosos casos, muitos deles se recusam inclusive a retirar os prêmios escolares que ganharam por medo de serem ridicularizados pelos colegas.
par Existe, no entanto, um outro aspecto mais sociológico, ligado ao desenvolvimento de uma sociedade tipicamente consumista que se agarra aos “mitos” do espetáculo e das celebridades do momento. Ou seja, não mais os grandes escritores e compositores, os cientistas e filósofos, não mais os grandes empreendedores constituem os padrões de sucesso e de afirmação social a serem perseguidos. A culpa deve ser atribuída, sobretudo, aos atuais modelos e cânones de celebridade que contribuem para bloquear os jovens, afastando-os do sucesso acadêmico. Cita-se, por exemplo, um self-made-man como Alan Sugar, popularmente conhecido como “Barão Sugar”, empresário britânico, conhecidíssimo personagem da mídia e consultor político. Nascido de família humilde, ele é hoje dono de uma fortuna estimada em US$ 1,2 bilhão. A exemplo de outros homens e mulheres de sucesso contemporâneos, Sugar não costuma ler livros e gosta de se vangloriar das notas baixas que alcançou na escola. Não menos deprimente foi o panorama desenhado por Ann Nuckley, administradora escolar em Southwark, bairro no sul de Londres. Segundo ela, os estudantes preferem adotar como modelo as celebridades do momento que transitam pelas revistas de fofoca social ou as que analisam nos mínimos detalhes a gloriosa existência do último garotão que, da noite para o dia, saiu do anonimato para a luz do estrelato graças a um papel na novela da televisão.
(Adaptado de: PELLEGRINI, L. Ser inteligente saiu de moda. Revista Planeta, ed. 47, p. 34-35, out. 2010.)

"Coloco-me na posição de dona de mim.
Eu estou aqui nesse mundo causal, me dou toda a consideração assumo, sobretudo, o domínio desse universo.
SOU ÓTIMA, COMO SOU, ESTÁ TUDO CERTO EM MIM.
Enfraqueço a partir de já, todas as mensagens negativas que eu ouvi a meu respeito: tudo o que segurei em mim e incorporei em mim seja vindo dos meus pais, dos amigos ou da sociedade.
Quero tirar a importância que dei a tudo isso. Quero me posicionar onde a natureza me  colocou.
Na pureza, na beleza, na perfeição, na originalidade.
EU SOU ÚNICA E ESPECIAL, PORQUE FOI ASSIM QUE A NATUREZA FEZ A TODOS MUITO ESPECIAIS
"
Parabéns
Ao Meu Super filho pelo ótimo desempenho hoje na Corrida do São Paulo e por mais medalha.
Lindo Amo muito você!
Beijos de montão
Amo muito você. Obrigada pelas horas maravilhosas que você me proporciona e pela cumplicidade,

Bom dia, Felicidade

Há pessoas que passam pela vida e nem sequer comentam, o que é comentar? Falar sobre a vida, viver sem medo de viver.
Falar de coisas tão simples, tão existencial, como por exemplo: chupar sorvete, andar a pé, de coisas que você faz por vontade, sem obrigação.
Lindo e abençoado dia para todos.